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Aprovação de 'pauta-bomba' no Senado é criticada por Renan Santos: 'sabotagem com o próximo governo'

PEC que aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias tem impacto estimado de R$ 27 bilhões em dez anos, segundo o governo Lula (PT).

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14 de jul. de 2026
Aprovação de 'pauta-bomba' no Senado é criticada por Renan Santos: 'sabotagem com o próximo governo'

"O Congresso Nacional, tomado pelo Centrão, acabou de aprovar duas pautas bombas que vão destruir o orçamento do Brasil e parece que isso já é uma sabotagem com o próximo governo, porque isso não vai interferir muito no governo atual, vai interferir no próximo", afirmou Renan Santos. Outros presidenciáveis ainda não se pronunciaram sobre a aprovação até a última atualização dessa reportagem.

O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS); Todos os 8 senadores do PT presentes votaram favoráveis à PEC; Todos os senadores do PSD, MDB, PSB, PSDB, Podemos e PDT votaram a favor; Os senadores ausentes foram : Daniella Ribeiro (PP-PB), Flávio Bolsonaro (PL-RJ); Marcos do Val (Avante-ES), Rogério Marinho (PL-RN) e Teresa Leitão (PT-PE). A abstenção foi do senador Eduardo Girão (Novo-CE) O texto segue para promulgação pelo presidente do Congresso Nacional, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) – que articulou a votação da proposta. A PEC já foi aprovada pela Câmara dos Deputados.

Aposentadoria especial para agentes de saúde aprovada pelo Senado terá impacto de R$ 27 bilhões no Orçamento em 10 anos — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Como se trata de uma mudança na Constituição, não existe a possibilidade de veto por parte de Lula.

Uma projeção da Previdência Social indica impacto fiscal de R$ 27 bilhões em dez anos, sendo R$ 17,6 bilhões do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e de R$ 10,3 bilhões do Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

O texto estabelece para os agentes comunitários de saúde duas regras extintas pela Reforma da Previdência de 2003, à época, específicas daqueles que se aposentavam pelo Regime Próprio de Previdência Social (exclusivo dos servidores públicos): a paridade e a integralidade.

Para os que se aposentam pelo Regime Geral de Previdência Social, ou seja, pelo INSS, essas duas regras nunca existiram.

Texto adaptado com IA · conteúdo original preservado
Fonte original: g1.globo.com

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