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Lula Aposta na Vitória do Brasil sobre Marrocos na Copa do Mundo 2026

O presidente Lula expressou otimismo sobre a estreia do Brasil na Copa do Mundo 2026, prevendo uma vitória sobre Marrocos, durante evento no Palácio do Planalto, neste sábado.

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10 de jun. de 2026
Lula Aposta na Vitória do Brasil sobre Marrocos na Copa do Mundo 2026

Lula fez essa declaração ao ser perguntado, no final de um evento no Palácio do Planalto, sobre seu palpite para a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026.

"Sinceramente, meu palpite é que o Brasil vai ganhar. Já errei em 1982 e 1986, mas quero que o Brasil vença. Acho que vai ser 1..., meio a zero já está bom. Mas acredito que o Brasil vai ganhar", disse o presidente.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acredita que o Brasil vai vencer o Marrocos na estreia da Copa do Mundo de 2026.

Durante um discurso na 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, no Palácio do Planalto, Lula também expressou preocupação com os protestos no México, que é uma das sedes do torneio, ao lado dos EUA e Canadá.

Ele mencionou que participará de uma teleconferência com a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, para discutir, entre outros assuntos, as manifestações. Essa conversa deve acontecer ainda nesta quarta-feira.

Lula observou que há semelhanças entre os protestos no México e aqueles que ocorreram no Brasil em 2013, antes de grandes eventos esportivos no país.

Em um momento, o presidente comentou: "Acho que pode ter dedo de quem nem mexicano é", mas não se aprofundou na questão.

Durante os protestos de professores por melhores salários no México, manifestantes escreveram 'se não houver solução, a bola não rola'.

Na mesma ocasião, Lula pediu a elaboração de um estudo sobre os salários e direitos dos trabalhadores americanos, para compará-los com os brasileiros.

"É necessário que me apresentem um estudo urgente sobre o que ganha um trabalhador americano, porque a última taxa imposta a nós não podemos aceitar por dignidade e respeito ao que fazemos pelos trabalhadores brasileiros. Quero saber quais são os direitos dos trabalhadores americanos", afirmou o presidente. Lula também expressou indignação em relação às sanções relacionadas ao desmatamento no Brasil.

No relatório que propôs as novas tarifas, os EUA citaram o desmatamento ilegal como uma das razões para o anúncio.

Segundo o texto, essa prática, junto com o PIX, é uma das que "oneram ou restringem" o comércio com os Estados Unidos.

"Um tal de diretor financeiro de não sei das quantas, impor multa, gente, impor multa por conta do desmatamento", questionou. O governo está trabalhando para reverter as sanções impostas pelos Estados Unidos, sendo as tarifas a principal delas.

Até o final da semana, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, deve se encontrar com o secretário de Comércio americano, Jamielson Greer.

Além disso, Lula viajará na próxima semana para a reunião da Cúpula do G7, um grupo informal que reúne algumas das principais economias do mundo, na França.

Embora não haja um encontro agendado oficialmente, membros do governo pretendem tentar organizar uma nova conversa entre Lula e o presidente americano Donald Trump, semelhante ao que ocorreu no ano passado, na Malásia.

Na Malásia, mesmo sem um encontro previamente marcado, os dois presidentes se encontraram durante a reunião da Asean, Associação de Nações Asiáticas.

Naquela ocasião, os presidentes iniciaram uma negociação preliminar para chegar a um acordo sobre a primeira tarifação americana.

Texto adaptado com IA · conteúdo original preservado
Fonte original: g1.globo.com

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