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Política · 5 min de leitura

Flávio Bolsonaro descarta Zema e Caiado como vice e defende unidade da centro-direita contra o PT

Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, afirmou que não considera Zema ou Caiado como vice e prega união da centro-direita para as eleições de 2024, durante evento em São Paulo.

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15 de jun. de 2026
Flávio Bolsonaro descarta Zema e Caiado como vice e defende unidade da centro-direita contra o PT

Flávio Bolsonaro afirmou que, neste momento, não está considerando Romeu Zema ou Ronaldo Caiado como possíveis candidatos a vice em sua chapa.

Ele disse que a escolha do vice será discutida com outros partidos e que o nome deverá ser competente e alinhado ao seu projeto. Flávio espera que haja união entre as candidaturas de centro-direita, seja no primeiro ou no segundo turno.

Pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro (PL) — Foto: Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou, nesta segunda-feira (15), que não tem Zema (Novo) ou Caiado (PSD) como opções para vice-presidente em sua chapa no momento.

Ele fez essa afirmação durante uma entrevista no VEJA Fórum Rumos do Brasil, em São Paulo. Questionado sobre a composição da chapa, Flávio mencionou que há vários nomes sendo considerados e que a decisão envolverá conversas com outros partidos.

"Tem alguns nomes, alguns quadros, e isso vai fazer parte de uma conversa com outros partidos. Estamos intensificando agora. Esta semana está chegando à reta final. Nós temos até a convenção para tomar essa decisão", explicou. Segundo Flávio, o vice deve ser alguém que compartilhe de sua visão política e que ajude a ampliar a aliança partidária.

"Certamente vamos ter um vice ou uma vice na nossa chapa que seja uma pessoa competente, que pense o Brasil como nós pensamos, alguém que vai agregar à nossa composição. Não faltam nomes, não só no PL, mas em outros partidos", afirmou. Quando perguntado se Zema ou Caiado poderiam ser escolhidos, Flávio disse que não está considerando essa possibilidade agora. Ambos também são pré-candidatos à Presidência.

"Eles são pré-candidatos, com os dois partidos, e eu hoje não estou trabalhando com essa possibilidade", declarou. O senador ressaltou que mantém diálogo com os dois e que incentivou a candidatura de Caiado.

"O que eu sempre conversei com cada um deles, com Zema, com Caiado, foi o seguinte: inclusive, eu encorajei a candidatura do Caiado. Quando ele me procurou para conversar, falei: 'Não, cara, acho que você tem um papel importante aqui, você tem uma história'", contou.

Flávio também defendeu a necessidade de uma unidade entre as candidaturas de centro-direita para evitar a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele acredita que essa união pode ocorrer no primeiro turno ou, se as candidaturas forem mantidas, no segundo.

"A gente sabe que tem que haver uma unidade para impedir que o Brasil caia de cabeça nesse precipício, sem paraquedas, que seria uma reeleição do PT. Acho que, nesse aspecto, está todo mundo bastante alinhado, consciente de que essa unidade, se não vier no primeiro turno, no segundo turno existirá", afirmou. Quando questionado sobre um possível pacto de não agressão entre os pré-candidatos, Flávio disse que o grupo ainda não discutiu detalhes, mas que evitará ataques a outras candidaturas de centro-direita.

"Não chegamos a tratar de detalhes sobre isso. Eu não vou cometer o erro que outros candidatos, em outras eleições, cometeram, de atacar exatamente a candidatura de centro-direita. A ideia é focar os esforços em mostrar a incompetência e a corrupção do governo Lula", concluiu.

Texto adaptado com IA · conteúdo original preservado
Fonte original: g1.globo.com

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