Em um evento na sede de uma escola de samba, o pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, falou sobre a necessidade de flexibilizar as licenças ambientais para o agronegócio e a mineração.
Usando uma camiseta com a frase 'A Amazônia é nossa', o senador expressou seu desejo de 'modernizar a legislação'.
Ele afirmou: 'Nós vamos trabalhar duro para modernizar o governo, modernizar a legislação, para que possam ser concedidas as licenças para quem quiser plantar, quem quiser criar gado, quem quiser explorar legalmente o subsolo'. Flávio também destacou que a população do Pará enfrenta dificuldades para aproveitar o potencial turístico da região e que pretende mudar leis para facilitar o uso dos recursos naturais.
Flávio Bolsonaro declarou: 'Nós vamos mudar a legislação para acelerar, tirar essa riqueza que está embaixo da terra e distribuir para vocês, para o povo brasileiro'. Ele está em Belém cumprindo uma agenda de compromissos.
O senador chegou ao Pará na manhã desta quinta-feira e seguiu para Altamira, que fica a 813 quilômetros de Belém. Lá, ele se encontrou com lideranças partidárias e empresários do agronegócio local.
Durante seu discurso, Flávio também apresentou propostas para a segurança pública, com ênfase no combate ao crime organizado. Ele sugeriu a reclassificação de facções criminosas como organizações terroristas.
'Nós fomos buscar ajuda para classificar Comando Vermelho e PCC como organizações terroristas que eles são', disse ele. Entre as medidas que propôs para a segurança, estão a redução da maioridade penal e o apoio à castração química para condenados por estupro.
'Vocês que são de organizações narcoterroristas que impõem o medo, que cobram taxa de comerciantes, que espancam mulheres, que escravizam a população brasileira. Vocês têm até o final do ano para meter o pé do Brasil', afirmou.
Na área econômica, Flávio Bolsonaro prometeu retomar investimentos e gerar empregos no Pará a partir de 2027. Ele destacou que a desburocratização e a modernização das leis ambientais são essenciais para aumentar o potencial produtivo do estado.
