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Polícia Civil solicita autorização para ouvir Bolsonaro sobre arma apreendida em blitz no DF

A Polícia Civil do DF pediu autorização ao ministro Alexandre de Moraes nesta quinta-feira (18) para ouvir Jair Bolsonaro sobre uma pistola apreendida em blitz na última semana.

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18 de jun. de 2026
Polícia Civil solicita autorização para ouvir Bolsonaro sobre arma apreendida em blitz no DF

A Polícia Civil solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, nesta quinta-feira (18), autorização para ouvir Jair Bolsonaro sobre uma arma apreendida em uma blitz no Distrito Federal.

A pistola registrada em nome de Bolsonaro foi encontrada no carro de um militar do GSI. A defesa do ex-presidente afirma que ele pediu ajuda para consertar a arma. Se a autorização for concedida, o depoimento ocorrerá na próxima semana.

Nesta quinta-feira (18), a Polícia Civil do DF fez um pedido ao ministro Alexandre de Moraes para ouvir Jair Bolsonaro sobre a arma apreendida.

A pistola, que está registrada em nome do ex-presidente, foi apreendida no início da semana durante uma blitz no Distrito Federal.

A arma estava no veículo de um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que faz parte da equipe de segurança de Jair Bolsonaro.

A apreensão aconteceu porque o veículo não tinha o certificado de registro da arma. A Polícia Civil sugeriu que o depoimento de Bolsonaro ocorra por videoconferência na próxima quarta-feira (24).

Ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar, em imagem de arquivo — Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

A Polícia Civil do Distrito Federal pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, autorização para ouvir o ex-presidente Jair Bolsonaro no inquérito sobre a arma apreendida em uma blitz no início da semana.

A pistola registrada em nome de Bolsonaro estava no carro de um militar do GSI, que é responsável pela segurança do ex-presidente. A arma foi apreendida por não ter o certificado de registro.

A investigação está sendo conduzida pela 15ª Delegacia de Polícia. No pedido feito a Moraes, a Polícia Civil sugere que o depoimento de Bolsonaro seja realizado por videoconferência na tarde da próxima quarta-feira (24).

"Esclarece-se que a tentativa de cumprimento da intimação pessoal restou infrutífera, uma vez que a equipe de escolta responsável não permitiu a efetivação do ato, impossibilitando a ciência pessoal do intimando", diz o ofício.

A defesa de Bolsonaro afirmou que a equipe de segurança retirou uma peça da arma.

A pistola Glock 9mm seria levada para reparo, mas foi apreendida durante uma blitz da Polícia Militar em Brasília na última segunda-feira (15). Uma consulta ao sistema do Exército confirmou que a arma está registrada em nome do ex-presidente.

Embora a pistola tivesse documentação regular, ela foi recolhida pela Polícia Civil porque o Certificado de Registro de Arma de Fogo (Craf) não estava no veículo. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil do DF.

O carro era dirigido pelo militar Estácio Leite da Silva Filho, que está vinculado ao GSI e foi cedido à Casa Civil para atuar na segurança de Bolsonaro.

O militar prestou depoimento e foi liberado. Ele informou à Polícia Civil que a arma estava sendo transportada para reparos e que seria devolvida ao ex-presidente em seguida.

Bolsonaro cumpre atualmente uma pena de 27 anos e 3 meses de prisão. Desde 24 de março deste ano, ele está sob prisão domiciliar humanitária, autorizada por Moraes por um prazo inicial de 90 dias, para se recuperar de uma broncopneumonia.

Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

Texto adaptado com IA · conteúdo original preservado
Fonte original: g1.globo.com

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